Baixa libido: um sintoma, não um “defeito de caráter”

O desejo sexual (libido) flutua ao longo da vida e depende de hormônios, humor, sono, medicações, relacionamento, estresse e condições de saúde. Quando a queda é persistente, causa sofrimento ou afeta o relacionamento, vale investigar com profundidade — não se trata de frescura ou falta de interesse moral, e sim de um sinal clínico que pode ter causas tratáveis.

O Dr. Matheus Guimarães, urologista e andrologista em São Paulo, realiza anamnese detalhada (hábitos, medicamentos, sintomas associados como fadiga ou disfunção erétil) e define exames quando indicados para montar um plano personalizado.

Principais causas a serem consideradas

1. Causas hormonais

O hipogonadismo (testosterona baixa com sintomas compatíveis), alterações da tireoide, hiperprolactinemia e outras disfunções endócrinas podem reduzir a libido. A interpretação dos exames deve ser feita no contexto clínico — números isolados nem sempre definem tratamento.

2. Causas psicológicas e relacionais

Depressão, ansiedade, estresse prolongado, conflitos conjugais, luto e trauma podem suprimir o desejo. Em muitos casos, a abordagem combinada com psicoterapia ou terapia de casal potencializa resultados.

3. Medicamentos e substâncias

Antidepressivos, anti-hipertensivos, opioides e o uso crônico de álcool são exemplos que podem afetar a libido. O ajuste deve ser sempre coordenado com o prescritor; o Dr. Matheus Guimarães pode articular com outros profissionais para minimizar impacto na vida sexual.

4. Doenças crônicas e sono

Diabetes descompensado, obesidade, apneia do sono e doenças cardiovasculares influenciam energia e desejo. Tratar a base costuma melhorar o quadro geral — inclusive a libido.

O que a avaliação pode incluir

  • Consulta aprofundada: Queixa sexual, rotina, sono, humor e uso de suplementos ou anabolizantes
  • Exames laboratoriais: Perfil hormonal, glicemia, lipídios e outros conforme indicação
  • Avaliação de comorbidades: Estratificação de risco cardiovascular antes de terapias hormonais
  • Rede de cuidado: Encaminhamento a psiquiatra, endocrinologista ou terapeuta quando necessário

Tratamento: individualizado e baseado em evidências

Depende da causa: pode haver mudanças de estilo de vida, manejo de medicamentos, reposição hormonal quando formalmente indicada e acompanhada, ou suporte psicológico. O objetivo do Dr. Matheus Guimarães é restaurar bem-estar e qualidade de vida, sem promessas irreais e com monitoramento de segurança.

Por que procurar um especialista em andrologia?

Automedicação com hormônios ou “testosterona na internet” pode ser perigosa. A avaliação com urologista/andrologista organiza diagnóstico e tratamento de forma segura e ética.

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